Que o outro saiba quando estou com medo,e me
tome nos braços sem fazer perguntas demais...
Que se eu faço bobagens, que o outro goste
um pouco mais de mim, porque também preciso fazer tolices tantas vezes necessárias.
Que se estou numa fase ruim,o outro seja meu cúmplice.
Que, quando sem querer, eu digo uma coisa bem
inadequada diante de mais pessoas,
o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eu eventualmente perco a paciência,
perco a graça e perco a compostura,
o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva,
mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às
vezes me esforço,
não sou, nem devo ser,
a mulher-maravilha,
mas apenas uma pessoa:
vulnerável e forte, capaz e gloriosa, assustada e audaciosa,
apenas...
'Uma mulher'.
Mulher é um ser divino, e quer amar... E tem ser muito amado.


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